Calvície feminina, pouco conhecida, deve ser considerada uma doença.

Embora relacionada apenas ao sexo masculino, a calvície vem afetando cada vez mais mulheres no mundo todo, inclusive as mais jovens.

Calvície feminina, pouco conhecida, deve ser considerada uma doença.
Fatores genéticos podem estar relacionados à alopecia androgenética (definição cientifica do problema), mas, igualmente importantes são os fatores como distúrbios hormonais ou pós-parto, estresse e processos infecciosos, além da manipulação incorreta de produtos de beleza e cosméticos também representar um fator agravante.

Mário Grinblat, chefe do setor de dermatologia do Hospital Israelita Albert Einstein, afirma que “muitas mulheres pensam que não podem fazer nada ou procuram soluções que apenas amenizam o problema estético. Certos métodos podem até resolver o problema a curto prazo, mas não tratam a calvície como doença e não corrigem o problema de saúde”.

Calvície feminina


Calvície feminina. Foto:Divulgação

Calvície feminina. Foto:Divulgação


É entre os 20 e 25 anos que os primeiros sinais costumam aparecer, mas vale lembrar que pequenas quedas de cabelo são normais em certas doenças sistêmicas como distúrbios psiquiátricos ou pessoas com oleosidade excessiva na pele, o que inclui o couro cabeludo.

Buscar uma solução caseira pode muitas vezes agravar o quadro, cabe ao médico diagnosticar a causa e prescrever a melhor solução que basicamente, são dois tipos de tratamento: sistêmico, relacionado a anti-andrógenos que bloqueiam a ação dos hormônios masculinos; e tópico, nesse tratamento estão os inibidores do receptor de andrógeno, como o caso de alguns medicamentos que impedem a ação da enzima aromatase.

Calvície feminina, pouco conhecida, deve ser considerada uma doença.

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