Romeo Gigli

Nascido em Faenza, pequena cidade próxima a Bolonha, Itália. Gigli estudou para ser arquiteto. Porém depois de uma viagem à Índia decidiu mudar a sua vida: resolveu mudar-se para os Estados Unidos e desenhar roupas.

Em 1978 Gigli tinha o cargo de assistente do criador de moda masculina Dimitri. Ao voltar à Itália, algum tempo depois, dedicou-se à moda feminina, área em que atuou praticamente durante toda a década de 80. Em 1983 sua primeira coleção foi mostrada e nada tinha a ver com a moda da época. Eram criações de vanguarda, que logo começaram a ser compradas por lojas de Paris e Londres. Em 1985, ele se associou ao industrial Paolo Greppi, dono da confecção italiana Zamasport, numa parceria afinada, que foi até 1989, com Greppi fabricando as roupas criadas por Gigli e cuidando também de sua distribuição e promoção.

Em 1987 Gigli foi aclamado como a revelação da temporada, com seus modelos em estilo minimalista. Em março de 1989 deixou seu ateliê em Milão, instalado numa antiga garagem de uma concessionária Renault, para viver as passarelas de Paris, no pátio do Palácio do Louvre. A platéia aplaudiu de pé o desfile de Romeo Gigli, num reconhecimento a um traballho executado durante seis meses, ao longo de 15 horas diárias, que resultou em modelos luxuosos, feitos em tecidos italianos com bordados executados por artesãs indianas.
Casado há 15 anos com Franca Sozzani, diretora edição italiana da revista Vogue, ele não se considera um estilista comercial, e prefere definir-se como um designer que não cria peças avulsas, mas uma filosofia de elegância.

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