
Celulite. Foto:Divulgação
Inimiga declarada e número um de qualquer mulher, a
celulite tira o sossego de qualquer uma. Porém, apesar de parecer simples, ela é muito mais do que aquela espessura indesejada na pele, pode estar ligada à fatores da saúde, como a má circulação do sangue, má alimentação e até mesmo à herança genética e disfunções hormonais.
Além disso, engana-se quem pensa que as
celulites são simples buraquinhos na pele e que elas não possuem tratamentos, pois graças à estudos, elas podem ser classificadas em diferentes tipos, contendo também, diferentes tipos de tratamentos.
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Conheça os três tipos de
celulite e como pode ser tratado cada um deles, podendo dar fim aos indesejados funrinhos:
Celulite Adiposa ou Gordurosa:
esse tipo de
celulite é caracterizada pelo aumento medidas e resumidamente, é causada pelo acúmulo de gordura nos tecidos, sendo mais comum em pessoas acima do peso ou que sofrem frequentemente do efeito sanfona.
Tratamento: Por ser mais comum em pessoas com aumento de peso, simples medidas como estabilizar o peso e faz alguma atividade física pode ser suficiente para melhorar o aspecto da pele. Por isso, opte por frutas e legumes com fator oxidante, como o brócolis e a couve e fuja de frituras, doces e refrigerantes.
Porém, se essas medidas não forem suficientes, há tratamentos estéticos com manthus, ultrassom e infravermelho, que são outras opções que podem auxiliar na redução das
celulites.

Manthus contra celulite. Foto:Divulgação
Celulite Aquosa:
esse tipo de
celulite é menos localizada e caracteriza-se pelo aumento de volume nos períodos de oscilação hormonal, como nos dias de TPM, puberdade, gravidez e menopausa, sendo causada pela retenção de liquido no corpo com a circulação sanguínea irregularizada.
Tratamento: por ter como um dos principais causas a retenção de líquido, um corte do sal nas refeições e em alimentos industrializados ricos em sal, como queijos, ajudará muito a diminuir as
celulites aquosas. Outra opção é a prática de esportes que defina e fortaleça as pernas e músculos inferiores.
Tratamentos estéticos para esse tipo de
celulite, seria a endermologia ou vacuoterapia, que atacariam diretamente as indesejáveis, mas que devem ser feitas sob prescrição de médicos ou esteticistas.

Vacuoterapia para Celulites. Foto:Divulgação
Celulite Fibrosa:
a
celulite fibrosa é o tipo mais difícil de se dar um fim, pois é causada por uma disfunção que causa “endurecimento” das fibras do colágeno, sendo possível sentir ‘bolinhas’ endurecidas ao passar a mão na região. Assim, é considerado o quadro mais avançado da
celulite e mais comum em mulheres com mais de 30 anos.
Tratamento: para esse tipo, regimes não contribuem para uma melhora, a não ser que a pessoa esteja a cima do peso. Porém, deve-se ter como prioridade os alimentos ricos em proteínas, como carnes, peixes, laticínios e ovos, devendo ser evitado sucos prontos e doces.
Exercícios físicos serão simples coadjuvantes para esse caso, mas é importante para enrijecer os músculos e melhorar a vascularização, além de incentivar a perda de peso. Já os tratamentos estéticos são fundamentais, como a drenagem linfática manual, subcisao, estimulação corporal e endermologia.

Drenagem Linfática Celulite. Foto:Divulgação
Essas são os tipos de celulites e indentificá-los é simples, basta apenas uma rápida análise das àreas mais atingidas na frente do espelho e caso ache necessário, opte pela opção de tratamento mais adequado à você e dê um fim no aspecto de casca de laranja de sua pele.

Marina Maioli Fernandes
Marina Maioli é estudante de Moda. Atua como redatora. Seus principais interesses são moda, eventos e viagens.
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