Revolução Têxtil

Revolução Têxtil. Muito se tem falado sobre a revolução têxtil que a tecnologia trará; mas poucos se dão conta de que ela já está aí. Nos...

Revolução Têxtil
Muito se tem falado sobre a revolução têxtil que a tecnologia trará; mas poucos se dão conta de que ela já está aí.
Nos acostumamos a usar tecidos que secam com rapidez, que absorvem a umidade, que eliminam odores, que tem elasticidade proporcional às formas do corpo, roupas esportivas que melhoram a performance dos atletas... só pra citar alguns dos muitos elementos tecnológicos que se incorporaram à indústria da moda de tal forma que já nos parecem normais, mas que são avanços importantes.
Os chamados “BODYNET”, citados pelo pesquisador Michael Dertouzos (diretor do Institute of Technology’s Laboratory of Computer Science – Massachussets), em seu polêmico livro WHAT WILL BE, seriam roupas dotadas dos mais modernos recursos tecnológicos, como telefone celular e internet, que nos permitiriam um contato constante com o mundo além de entretenimento como: internet, TV e rádio.
Qual a utilidade de uma roupa dessas, não se sabe ao certo; uma vez que nossos celulares já nos deixam tão dependentes... seria realmente necessário tanta “parafernália”? Seriam roupas especiais para adolescentes “brincarem”; ou até quem sabe, sejam mesmo de grande utilidade para profissionais como médicos, jornalistas e policiais?
O que se tem de concreto é que o futuro que parecia distante, já não o é... o primeiro protótipo do BODYNET, foi desenvolvido por uma parceria entre a LEVIS STRAUSS e a PHILLIPS,e apresentado há poucos meses; tratava-se um casaco com instalações telefônicas.
As pesquisas continuam, a própria PHILLIPS, segue com a linha de “vestuário eletrônico”, com condutores de eletricidade, micro sensores que podem ser bordados nas roupas, além de tecidos com interruptores, instalação elétrica e displays.
Um grupo de cientistas Australianos, pensam na saúde e no bem estar de quem vai usar estas roupas, seriam têxteis que ajudariam a diagnosticar doenças, prevenir ferimentos e manter as pessoas secas e aquecidas; minúsculos sensores entrelaçados às fibras, fariam o controle de umidade, calor ou frio, em resposta a fatores externos como a chuva por exemplo.
A pioneira em produção em escala parece ser a REIMA, especializada em roupas esportivas para esquiadores, adaptou um telefone ao cinto de uma parka de esqui, e as ligações são comandadas pela voz em um microfone que está nos ombros. Para 2003, há promessas de novas versões com marcador de pulsação e “bolso browser”, que permite acesso WAP a internet.
O futuro já chegou; cabe a nós nos adaptarmos a estas novidades e colocar o design brasileiro à disposição de tanta tecnologia.

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